Por que ler “O Guia do Mochileiro das Galáxias”? #nãoentreempanico

25 maio 2015

Olá, leitores!

Nós, do 6 º ano da manhã, lemos um livro chamado “O guia do mochileiro das galáxias” e resolvemos fazer um painel sobre ele, porque gostamos muito da leitura. O livro é cômico, divertido de ler e rir com os amigos. Apenas em alguns pontos, Douglas Adams, o autor, usa algumas palavras muito “científicas” e pode ficar um pouco difícil.

O livro começa com pessoas querendo destruir a casa de Arthur Dent, o personagem principal, para construir um desvio. Neste mesmo dia, Ford Perfect, o amigo alienígena que veio para a Terra para atualizar “O guia do mochileiro das galáxias”, avisa Arthur que o mundo vai acabar e salva o amigo terráqueo da demolição da Terra (que é destruída por um bando de vogons que querem criar uma estrada pelo Universo). Enquanto isso, do outro lado do Universo, o presidente da galáxia rouba uma nave com um robô dentro e, por acaso, encontra Ford e Arthur, que se juntam a tripulação da nava Coração de Ouro.

Os personagens têm uma personalidade, no geral, mal humorada. Isso, no nosso ponto de vista, é o que dá o contraste cômico da coisa, fazendo o livro ficar mais divertido. Leia o livro para ter mais detalhes, você não vai se arrepender.

Boa parte da nossa turma já comprou ou quer comprar o resto da “trilogia de cinco livros”, porque achamos a leitura engraçada e criativa. Uma das nossas partes preferidas é quando o gerador de improbabilidades, ao ser apertado, transforma dois mísseis em uma baleia filosófica e um vaso de plantas.

Também descobrimos que acontece no mundo a comemoração do Dia da Toalha, dia 25 de maio, em homenagem ao autor dos livros. No primeiro livro da série, Adams explica que a toalha é um objeto de grande importância para os mochileiros. Para fazer a nossa homenagem, além e expor o painel sobre o livro, fizemos o Dia da Toalha na Escola Curumim, e, abaixo, divulgamos as fotos.

Esperamos que gostem da leitura e das nossas fotos!

NÃO ENTRE EM PÂNICO!

6ºM

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Preparação da Festa da Primavera

24 set 2013

Texto coletivo de apresentação dos trabalhos da turma.

Sejam bem vindos!

Aqui vocês poderão viajar e conhecer novos planetas, seres, estrelas, galáxias ou então apenas imaginar como eles são, por meio de livros e filmes.

As ideias de como seriam as coisas fora da Terra vem de pensadores e filósofos antigos e modernos, que são temas de pesquisas aqui também.

Conheçam mais viajando no espaço e no tempo com a gente.

Esperamos que se divirtam com os trabalhos apresentados. Uma boa viagem.

6º ano manhã

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Bullying: uma conversa muito séria

21 maio 2013
Ilustração do Miguel, 6° Ano

Ilustração do Miguel, 6° Ano

No mês de abril, tivemos uma conversa muito importante no 6º ano da Manhã. A partir das leituras de Jornal de Parede, percebemos que esse era um assunto recorrente e havia uma dificuldade muito grande de definir o que é bullying, o que por sua vez causava equívocos e abordagens superficiais.

Aproveitamos o tema abordado na primeira semana de aula, Internet Segura, para mediar este bate papo com os alunos. Assistimos alguns slides sobre o assunto, vimos ao documentário Vítimas do Facebook e, no final, os alunos produziram textos e slogans de uma campanha de combate ao Bullying. Aqui temos alguns trechos dessas produções:
“Bullying é uma palavra em inglês que significa oprimir, perseguir, agredir e ofender.” (Luiz Gustavo)
“O bullying é muito mais sério do que simples xingamentos. São atitudes de rejeição e zoação consecutivas, propositais, contra alguma pessoa. Geralmente começa com alguém que deseja ser visto como superior a outra pessoa e passa a agir, permanentemente, irritando, batendo, ofendendo, isolando, rejeitando.” (Miguel)
“As vítimas de bullying geralmente são crianças ou adolescentes com poucos amigos ou nenhum que possa ajudá-los, geralmente também são tímidos e indefesos.” (Helena)
“O bullying ocorre sem motivos aparentes e é feito por uma ou mais pessoas. Causa dor e tristeza a outra pessoa.” (Vitor)
“A maioria dos atos violentos ocorre na escola quando estão sem a supervisão dos adultos.” (Fernanda K.)
“Os agressores tem como propósito se colocar em uma posição de autoridade sobre a vítima, que tende a perder amizades, confiança e autoestima. Em alguns casos não contam sobre seus problemas.” (André)
“Os autores do bullying são indivíduos que têm pouca empatia: capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa.” (Juliana)
“Os efeitos do bullying se manifestam quando a vítima recusa-se a ir para a escola ou entra em depressão. Também pode começar a tirar notas baixas.” (Sofia)
“A pessoa que sofre essa violência, às vezes tem medo de se manifestar, ou seja, de falar com seus pais/ família, profissionais da escola/ professores. Muitas famílias quando descobrem levam o caso à justiça.” (Carlos)
“Agora penso muito mais para não praticar bullying, porque agora sei como a pessoa se sente.” (Rafael)
“As vítimas devem contar que sofrem bullying, mesmo com todas as ameaças que aconteçam.” (Laurah)
“As pessoas que praticam o bullying deviam ter consciência do que fazem, pois afetam ao mesmo tempo a vítima delas e também a si mesmas. Eu tenho um conselho para quem sofre bullying: continuem fortes e tomem a iniciativa de denunciar aos adultos.” (Luiza)
“Eu acho o bullying terrível, uma irracionalidade já que sabemos conversar, nos abrir e pensar. Somos seres humanos, uma espécie que pensa, não animais que se expressam de outro modo. Bullying é bobagem.” (Pedro)
“O bullying é extremamente ruim, pode criar consequências horríveis não só para a vítima, mas também para o agressor. É uma demora incrível para resolver e a vítima, principalmente, leva para a vida toda.”
“O bullying faz mal a todos e é uma vergonha praticá-lo.” (Angelo)
“Bullying: dói na alma e arde no coração.” (Lourenço)
“Você contra o bullying, fazendo um mundo melhor!” (Fernanda P.)
“Não faça com o outro o que não gostaria que fizesse com você. Diga não ao bullying!” (Gabriela)
“Vamos transformar o bullying em Amizade!” (Vitória)

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Celestin Freinet – Sua História

07 fev 2012

pedagogia_freinet1Celestin Freinet, nasceu em 15 de outubro de 1896, em Gars, pequeno vilarejo dos Alpes Marítimos da França. Ainda jovem interrompeu seus estudos para lutar na Primeira Guerra, de onde voltou gravemente ferido no pulmão. Nos anos vinte iniciou uma revolução na sua sala de aula, adotando uma postura prática e teórica de recusa à uma educação apassivadora que levara o povo à matança e aos horrores da guerra. Observando suas crianças constata que lá fora, no pátio elas se mostravam cheias de vida, curiosas e inventivas, mas que ao entrarem para a sala de aula assumiam uma postura passiva, desinteressada , “cinzenta”. Refletindo sobre isso, ele primeiro resolveu levá-las a um passeio pela região e a cada passo ia percebendo o quanto de aprendizagem viva era possível ter em uma atividade como essa. Criou assim a aula-passeio com o espírito de integrar a escola à vida. Logo ao chegar de volta à classe, Freinet pediu aos alunos que contassem suas impressões sobre o passeio e tudo o que eles falavam ele ia anotando na lousa. Depois, leu para os alunos suas frases e constatou o interesse e alegria das crianças pela leitura, estava criado mais um importante instrumento daquilo que depois veio a se chamar Pedagogia Freinet: o texto livre. Uma primeira constatação ele fazia nesta época sobre a necessidade de expressão que a criança, como o adulto, possuem. Passo a passo, partindo principalmente de uma observação atenta e sensível dos seus alunos, Freinet vai introduzindo novas técnicas e consolidando uma filosofia da educação, preocupando-se em dar à criança a dignidade e o respeito que qualquer ser humano merece e trazendo para a sala de aula o que antes ficava lá fora no pátio: a vida. Mas Freinet não parou aí, rapidamente ele percebeu a necessidade de comunicação e logo vieram o Jornal Escolar e a Correspondência Inter-escolar, que ele conseguiu estabelecer com um professor seu colega, de outra região da França. Quando entraram na sala de aula instrumentos ou técnicas que alteravam tão vigorosamente a dinâmica da sala outra importante mudança foi introduzida: as crianças eram convidadas por Freinet a participar das decisões do grupo, a assumir seus compromissos, enfim, organizar a vida da classe e o trabalho. Foi assim que se criou a reunião de cooperativa. A classe se constituía assim numa verdadeira cooperativa. Os alunos começam a discutir os problemas do grupo, apresentar propostas, construir regras, num exercício verdadeiro e cotidiano de cidadania.
pedagogia_freinet2Em tudo isso, em todas as “técnicas” que Freinet ia criando havia um fio condutor básico, uma filosofia para dar suporte a estas inovações, que é a questão do trabalho: a idéia de que a atividade da criança não é puro jogo, mas sim trabalho. Trabalho prazeiroso, coisa que nós, adultos, nem sempre vemos assim, pois para nós o trabalho é a obrigação, é a atividade mecânica e desinteressante a que somos forçados para poder sobreviver. Mas Freinet soube ver a atividade infantil como trabalho no sentido de algo que respondia as necessidades profundas do ser no seu ímpeto de crescimento e de domínio sobre as coisas. As classes que praticam a Pedagogia Freinet têm como eixos fundamentais o trabalho, a cooperação, a autonomia e a livre expressão e a relação de respeito entre professor e aluno e dos alunos entre si, integrando um binômio tradicionalmente tão compartimentado: vida e escola.

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